Pena de morte ou absolvição
“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê Nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado...” (João 3:17-18).
A Bíblia ensina que toda pessoa é culpada de pecado. Pecado é escolher antes o nosso próprio caminho do que o de Deus; é rebelião contra Deus; e, em um sentido real é um ataque contra a santidade de Deus. Porque Deus é justo e reto, bem como amoroso, Ele não pode meramente fazer vistas grossas para o nosso pecado. Poderia Deus ser realmente justo se Ele não fizesse nada sobre os ataques contra Sua santidade? O certo é que, todo pecado, em relação a santidade de Deus, é um assassinato como os cometido pelo atirador norueguês recentemente. Diante dos nossos pecados, não podemos esperar outra coisa senão, pena de morte ou absolvição. Até o próprio atirador, no meio da sua loucura, pôde reconhecer isto.
O atirador Anders Behring Breivik, que está sendo julgado pela morte de 77 pessoas em ataques na Noruega, disse nesta quarta-feira (18/04) que só há dois "desfechos justos" para seu julgamento: a pena de morte ou a absolvição (globo.g1.com).
Agora, imagine se o tribunal resolve absolvê-lo. Seria injusto, não? Dessa feita seria a negação da justiça. Da mesma forma, o que acha que Deus estaria fazendo se nos absolvesse dos nossos pecados, sem pagamento por eles. Justiça?
A Bíblia ensina que nossos pecados merecem a penalidade de morte. Visto que todos pecaram, isto significa que todos são merecedores do julgamento de Deus no inferno. Mas, por causa do Seu amor, Deus enviou Seu Filho Jesus para nos salvar deste julgamento, dando-O para que morresse na cruz em nosso lugar para pagar a penalidade de nossos pecados. Sendo julgado em nosso lugar, Jesus satisfez a justiça de Deus e fez possível para nós o receber o perdão.
Pr. Waldemir Lopes
Cadê a igreja!?
Estive pensando...hoje não temos vivido um evangelho comportamental?! Um evangelho onde o que aparentamos ser tem mais valor do que o que de fato somos no dia a dia.
As igrejas não desejam saber quem somos em profundidade, para os "líderes" só importa saber se estamos presentes nos cultos ou damos os dízimos e ajudamos em algum ministério, ou seja, esse não seria o evangelho das aparências!!??
Parece que as igrejas têm cada vez menos procurado se envolver com "pessoas problemáticas", mesmo sendo um local de renovação e cura!
O que importa mesmo é o que aparentamos ser! Se não criamos problemas, se não questionamos, se nadamos a favor da correnteza doutrinária....então somos vistos como espirituais.
Como diz o cantor João Alexandre em uma de suas canções: "É proibido pensar..."
Tudo isso me desperta uma saudade tremenda do tempo onde o doente se sentia acolhido nas igrejas. Um tempo onde se sentia prazer em evangelizar e trazer todo tipo de perdido para ser alcançado pelo evangelho da comunhão.
Hoje, se ver livre de problemas tem sido o lema de muitas igrejas e isso tem refletido no modo de viver das famílias, que por sua vez, olham as igrejas como modelo a ser seguido.
Onde está a igreja que agregava drogados, viciados e prostitutas!? Onde está a igreja que sentia prazer em se envolver com as pessoas e seus problemas!? Onde está a igreja que não julgava segundo as aparências, mas se preocupava em viver e proclamar a graça de Deus!?
Estive pensando num cenário onde tem sido "proibido pensar"...
Pr. Carlinhos