DICAS DO MUNDO CORPORATIVO - PARTE 04
Houve, em algum lugar no passado, um departamento chamado DP - Departamento Pessoal. As empresa focavam nesse departamento o desenvolver de trabalhos meramente burocráticos ligados à pessoas. Nessa época, o importante era a produção! Não importava os meios, o susseço era medido pelos resultados. Assim, os "empregados" eram levados a se submeterem a verdadeira escravidão, realizando horas extras, trabalhando duro nos finais de semana e até mesmo em periodo noturno. Tudo isso em prol das empresas e seus alvos.
Hoje, o DP passou a ser RH - Recursos Humanos. Agora temos um setor voltado para as pessoas, pois são elas que irão garantir os resultados das empresas. Na verdade, sem as pessoas, não há resultado!
Com essa nova visão, as empresa estão investindo no CLIMA ORGANIZACIONAL, ENDOMARKETING, PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS, RETENÇÃO DE TALENTOS, etc.
O foco agora são as pessoas, elas de fato representam o maior bem das empresas.
Por isso, nada de trabalho escravo! Nada de trabalhar finais de semana! Nada de abrir mão da qualidade de vida!
É do interesse das empresas ter e manter bons colaboradores. Com isso, vivemos um momento no mercado de trabalho que o bom e qualificado profissional está de bem com a vida, pois dificilmente ficará sem vínculo com alguma empresa.
Até breve!
José Carlos
Pastor e Gestor de RH
Cadê a igreja!?
Estive pensando...hoje não temos vivido um evangelho comportamental?! Um evangelho onde o que aparentamos ser tem mais valor do que o que de fato somos no dia a dia.
As igrejas não desejam saber quem somos em profundidade, para os "líderes" só importa saber se estamos presentes nos cultos ou damos os dízimos e ajudamos em algum ministério, ou seja, esse não seria o evangelho das aparências!!??
Parece que as igrejas têm cada vez menos procurado se envolver com "pessoas problemáticas", mesmo sendo um local de renovação e cura!
O que importa mesmo é o que aparentamos ser! Se não criamos problemas, se não questionamos, se nadamos a favor da correnteza doutrinária....então somos vistos como espirituais.
Como diz o cantor João Alexandre em uma de suas canções: "É proibido pensar..."
Tudo isso me desperta uma saudade tremenda do tempo onde o doente se sentia acolhido nas igrejas. Um tempo onde se sentia prazer em evangelizar e trazer todo tipo de perdido para ser alcançado pelo evangelho da comunhão.
Hoje, se ver livre de problemas tem sido o lema de muitas igrejas e isso tem refletido no modo de viver das famílias, que por sua vez, olham as igrejas como modelo a ser seguido.
Onde está a igreja que agregava drogados, viciados e prostitutas!? Onde está a igreja que sentia prazer em se envolver com as pessoas e seus problemas!? Onde está a igreja que não julgava segundo as aparências, mas se preocupava em viver e proclamar a graça de Deus!?
Estive pensando num cenário onde tem sido "proibido pensar"...
Pr. Carlinhos