DICAS DO MUNDO CORPORATIVO - PARTE 02
Após conquistar meu espaço no mercado de trabalho depois de mais de uma década parado, estava decidido a fazer de tudo para crescer profissionalmente. Não foi fácil! No início tive que varrer o chão, lavar banheiro, realizar serviços externos, recepcionar clientes, cobrar...enfim, ser e fazer de tudo um pouco. Esse foi o caminho que encontrei para ter a empresa nas minhas mãos. Chegou o momento em que eu sabia onde estava todo documento da empresa. Conhecia cada cliente! Os meses foram longos, mas a recompensa foi gratificante.
Após meses limpando a sala, lavando o banheiro e realizando ações externas, fui promovido a Gerente Administrativo. Agora eu coordenava uma equipe e direcionava as suas ações. Comecei a visitar os clientes, o que me resultou em novos contatos comerciais, trunfo que todo profissional deve possuir.
As vezes não nos submetemos a determinadas funções! As vezes preferimos ficar fora do mercado de trabalho a ter que varrer o chão e lavar banheiros!
Talvez a minha história seja diferente da sua, mas confesso que aprendi que o mais importante é entrar na equipe. O crescimento é resultado do que mostramos após sermos inclusos na equipe. A primeira grande lição que o lider tem que aprender é ser servo. Quando o lider aprende essa lição, sua equipe é direcionada da forma correta.
Passei 4 anos gerenciando essa equipe e tenho consciência de ter sido o melhor lider que eles já tiveram. Tudo isso porque não me esforço para ser mais um lider, o meu desejo é ser o melhor lider. Não podemos nos acomodar com titulos, pois o titulo não mostra quem somos em nossa essencia. É preciso construir um marketing pessoal através do conhecimento.
E por falar em conhecimento, em breve estarei comentando sobre os novos rumos conquistados após meu tempo como gerente administrado.
Até lá!
José Carlos
Pastor e Gestor de Recursos Humanos
Cadê a igreja!?
Estive pensando...hoje não temos vivido um evangelho comportamental?! Um evangelho onde o que aparentamos ser tem mais valor do que o que de fato somos no dia a dia.
As igrejas não desejam saber quem somos em profundidade, para os "líderes" só importa saber se estamos presentes nos cultos ou damos os dízimos e ajudamos em algum ministério, ou seja, esse não seria o evangelho das aparências!!??
Parece que as igrejas têm cada vez menos procurado se envolver com "pessoas problemáticas", mesmo sendo um local de renovação e cura!
O que importa mesmo é o que aparentamos ser! Se não criamos problemas, se não questionamos, se nadamos a favor da correnteza doutrinária....então somos vistos como espirituais.
Como diz o cantor João Alexandre em uma de suas canções: "É proibido pensar..."
Tudo isso me desperta uma saudade tremenda do tempo onde o doente se sentia acolhido nas igrejas. Um tempo onde se sentia prazer em evangelizar e trazer todo tipo de perdido para ser alcançado pelo evangelho da comunhão.
Hoje, se ver livre de problemas tem sido o lema de muitas igrejas e isso tem refletido no modo de viver das famílias, que por sua vez, olham as igrejas como modelo a ser seguido.
Onde está a igreja que agregava drogados, viciados e prostitutas!? Onde está a igreja que sentia prazer em se envolver com as pessoas e seus problemas!? Onde está a igreja que não julgava segundo as aparências, mas se preocupava em viver e proclamar a graça de Deus!?
Estive pensando num cenário onde tem sido "proibido pensar"...
Pr. Carlinhos