A mensagem da Bíblia em 212 palavras
Deus é um Deus soberano, transcendente e pessoal que criou o universo, incluindo nós, portadores de sua imagem. Nossa miséria reside em nossa rebelião, queda, nossa alienação de Deus, a qual, a despeito de sua paciência, atrai sua ira implacável.Mas Deus, precisamente porque amor é a própria essência do seu caráter, toma a iniciativa e prepara tudo para a vinda do seu Filho, levantando um povo que, por estipulações pactuais, adoração no templo, sistemas de sacrifício e sacerdócio, por reis e profetas, são ensinados sobre o que Deus está planejando e o que ele espera. Na plenitude dos tempos seu Filho chega e toma a natureza humana. Ele não vem, em primeira instância, para julgar, mas para salvar. Ele morre a morte do seu povo, levanta-se da sepultura e, ao retornar para o seu Pai celestial, concede o Espírito Santo como penhor e garantia do dom supremo que ele assegurou para eles – uma eternidade de bemaventurança na presença de Deus mesmo, num novo céu e nova terra, o lar da justiça.
A única alternativa para não provar da ira vindoura de Deus e ser expulso da presença deste Deus para sempre, nos tormentos do inferno, é que homens e mulheres se arrependam e creiam com confiança em Cristo e sua Obra. (Romanos 10.16; 2 Tessalonicenses 1.8; 1 Pedro 4.17).
D.A. Carson, pastor e teólogo.
Cadê a igreja!?
Estive pensando...hoje não temos vivido um evangelho comportamental?! Um evangelho onde o que aparentamos ser tem mais valor do que o que de fato somos no dia a dia.
As igrejas não desejam saber quem somos em profundidade, para os "líderes" só importa saber se estamos presentes nos cultos ou damos os dízimos e ajudamos em algum ministério, ou seja, esse não seria o evangelho das aparências!!??
Parece que as igrejas têm cada vez menos procurado se envolver com "pessoas problemáticas", mesmo sendo um local de renovação e cura!
O que importa mesmo é o que aparentamos ser! Se não criamos problemas, se não questionamos, se nadamos a favor da correnteza doutrinária....então somos vistos como espirituais.
Como diz o cantor João Alexandre em uma de suas canções: "É proibido pensar..."
Tudo isso me desperta uma saudade tremenda do tempo onde o doente se sentia acolhido nas igrejas. Um tempo onde se sentia prazer em evangelizar e trazer todo tipo de perdido para ser alcançado pelo evangelho da comunhão.
Hoje, se ver livre de problemas tem sido o lema de muitas igrejas e isso tem refletido no modo de viver das famílias, que por sua vez, olham as igrejas como modelo a ser seguido.
Onde está a igreja que agregava drogados, viciados e prostitutas!? Onde está a igreja que sentia prazer em se envolver com as pessoas e seus problemas!? Onde está a igreja que não julgava segundo as aparências, mas se preocupava em viver e proclamar a graça de Deus!?
Estive pensando num cenário onde tem sido "proibido pensar"...
Pr. Carlinhos